Essa é a pergunta que mais chega para a nossa equipe desde que o lançamento do Raro Capelinha Fase 2 foi anunciado em Osasco. E é uma pergunta justa antes de qualquer coisa, você precisa saber se esse apartamento está ao alcance do seu bolso.
A resposta direta é: o Raro Capelinha Fase 2 está enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida, o que significa que ele foi desenhado para atender famílias trabalhadoras da classe média e baixa e as condições de financiamento são muito mais acessíveis do que a maioria das pessoas imagina.

Imagem meramente ilustrativa
Mas a renda mínima exata depende do seu perfil completo. E entender isso pode ser a diferença entre você desistir antes de tentar ou garantir as chaves do seu apartamento.
O que é o Minha Casa Minha Vida e por que isso importa para a sua renda
Antes de falar em números, é preciso entender como o programa funciona porque ele muda tudo na conta.
O Minha Casa Minha Vida (MCMV) é o maior programa habitacional do Brasil, criado para facilitar o acesso à casa própria para famílias de baixa e média renda. O governo subsidia parte do financiamento, reduz os juros cobrados pelo banco e permite o uso do FGTS como entrada o que torna o valor da parcela mensal muito menor do que seria num financiamento convencional.
Na prática, isso significa que uma família que pagaria R$ 3.500 por mês num financiamento de mercado pode pagar R$ 1.800 ou menos pelo mesmo imóvel dentro do MCMV, dependendo da faixa de renda.
Isso muda completamente a resposta para "a minha renda dá?".
As faixas de renda do MCMV em 2024 a 2026

O programa é dividido em faixas de renda familiar bruta mensal. Cada faixa tem condições diferentes de subsídio e juros:
Faixa 1 — Renda familiar de até R$ 2.640
Maior subsídio do governo. Juros mais baixos. Parcelas reduzidas. Voltada para famílias de renda muito baixa.
Faixa 2 — Renda familiar de R$ 2.640 a R$ 4.400
Ainda conta com subsídio significativo e juros bem abaixo do mercado. É a faixa mais procurada entre as famílias que estão saindo do aluguel pela primeira vez.
Faixa 3 — Renda familiar de R$ 4.400 a R$ 8.000
Menos subsídio direto, mas ainda com juros reduzidos em comparação ao mercado convencional. Permite financiar imóveis de valor um pouco mais alto.
Faixa 4 — Renda familiar de R$ 8.000 a R$ 12.000
Não possui subsídio do governo, mas oferece condições facilitadas de financiamento com juros mais baixos que o mercado tradicional. Ideal para famílias que já têm uma renda maior, mas ainda querem aproveitar benefícios do programa.
O Raro Capelinha Fase 2, por ser um empreendimento MCMV em Osasco, atende famílias dentro dessas faixas. O que determina exatamente em qual você se encaixa e quanto vai pagar de parcela é a simulação de crédito.
Renda mínima: por que não existe um número único
Muita gente chega até nós esperando ouvir: "a renda mínima é R$ X." Mas a realidade é mais inteligente do que isso e mais favorável para você.
O banco não analisa só a renda. Ele analisa o perfil completo de crédito, que inclui:
Renda individual ou familiar combinada. Se você tem cônjuge ou companheiro(a) que também trabalha, as rendas podem ser somadas. Isso amplia muito o poder de compra de casais e famílias.
Saldo do FGTS disponível. Quem tem FGTS pode usá-lo para dar entrada ou reduzir o valor financiado o que diminui o valor da parcela e melhora a análise de crédito.
Score e histórico de crédito. Um bom score pode compensar uma renda menor. Um score baixo pode travar mesmo uma renda boa. Por isso, antes de simular, vale verificar seu CPF nas plataformas como Serasa ou Boa Vista.
Comprometimento de renda. O banco analisa se a parcela do financiamento representa uma fatia aceitável da sua renda mensal. Em geral, a parcela não pode ultrapassar 30% da renda bruta familiar.
Outros financiamentos ativos. Se você já tem um financiamento de carro ou outro imóvel, isso entra na conta e pode reduzir o valor que o banco aprova.
Dois perfis com a mesma renda mensal podem ter resultados completamente diferentes. Por isso, a única forma de saber com certeza é simulando e é exatamente o que a ConecLar faz de graça para você.
Posso usar o FGTS para comprar no Raro Capelinha Fase 2?
Sim e esse é um dos maiores trunfos do MCMV para quem tem carteira assinada.
Se você é CLT e nunca usou o FGTS para compra de imóvel, você pode usar o saldo para cobrir parte ou toda a entrada do apartamento. Em alguns casos, famílias conseguem entrar no financiamento sem desembolsar nada do próprio bolso usando apenas o que já acumularam no fundo.
Para usar o FGTS na compra de um imóvel pelo MCMV, as principais regras são:
Tempo de trabalho. Você precisa ter pelo menos 3 anos de trabalho com carteira assinada não precisa ser no mesmo emprego, o tempo pode ser somado entre diferentes vínculos.
Nunca ter usado o FGTS para imóvel antes. Se você já utilizou o fundo em outra compra, não poderá usar novamente nesta.
Não ter outro imóvel no seu nome. Você não pode ser proprietário de imóvel residencial na mesma cidade ou região metropolitana onde está comprando.
O imóvel precisa ser para moradia. O FGTS não pode ser usado para compra de imóvel para fins de investimento exclusivo.
Se você atende esses critérios, o FGTS pode ser o empurrão que faltava para a entrada deixar de ser um obstáculo.
Quanto fica a parcela mensal? Vale mais do que o aluguel?
Essa é a comparação que mais abre os olhos de quem está em dúvida.
No Brasil, milhões de famílias pagam entre R$ 1.200 e R$ 2.500 de aluguel por mês em regiões como Osasco e Zona Oeste de São Paulo. Esse dinheiro vai embora todo mês sem construir patrimônio, sem gerar valorização, sem te dar segurança nenhuma.
No financiamento pelo MCMV, dependendo da sua faixa de renda e do valor de entrada, a parcela mensal pode ser muito próxima ou até inferior ao que você já paga de aluguel.
A diferença é que, ao invés de enriquecer o proprietário, você está construindo o seu próprio patrimônio. Todo mês que passa, o apartamento está ficando um pouco mais seu.
E ainda tem o fator valorização: a Fase 1 do Raro Capelinha saiu por R$ 199 mil e hoje aparece no mercado de revenda por mais de R$ 450 mil. Quem financiou e pagou parcelas nesses anos não só saiu do aluguel construiu mais de R$ 250 mil de patrimônio.
Quem tem mais chance de aprovação no financiamento MCMV?

Existe um perfil que os bancos aprovam com mais facilidade e conhecê-lo te ajuda a se preparar antes da simulação.
CLT com estabilidade. Quanto mais tempo no mesmo emprego, melhor. Demonstra renda previsível para o banco.
CPF limpo e score acima de 600. Sem dívidas em aberto ou negativações no nome. Um bom score é um grande aliado.
Renda familiar combinada. Casais que somam a renda têm muito mais poder de compra do que uma renda individual sozinha.
FGTS disponível para entrada. Reduz o valor financiado e melhora a relação parcela/renda na análise.
Sem outros financiamentos ativos. Ou com financiamentos já em fase final, com parcelas baixas.
Se o seu perfil se encaixa em boa parte desses pontos, as chances de aprovação são altas. Se não se encaixa em todos, ainda assim vale simular porque cada caso é avaliado de forma individual.
Por que simular antes de desistir?
Esse é o maior erro que vemos repetir: a pessoa assume que "não vai passar" antes mesmo de tentar. Desiste na largada com base num achismo e continua pagando aluguel por mais anos.
Na prática, a simulação leva poucos minutos e te dá uma resposta real, baseada no seu perfil, no valor do imóvel e nas condições atuais do MCMV. Sem chute. Sem suposição.
A ConecLar faz essa simulação de graça, com um consultor especializado em MCMV na Zona Oeste que conhece o Raro
Capelinha Fase 2 de perto. Você descobre:
Se sua renda se encaixa no programa
Qual seria o valor da parcela mensal no seu caso
Quanto do FGTS você pode usar e como
Quais documentos você vai precisar separar
Tudo isso sem compromisso, sem burocracia e sem custo nenhum.
Não deixe a dúvida te custar mais um ano de aluguel
Cada mês que passa sem a simulação é mais um mês pagando aluguel sem construir nada. E enquanto você adia, as unidades do Raro Capelinha Fase 2 vão sendo reservadas.
A Fase 1 esgotou. A Fase 2 não vai ser diferente.
👉 Fale com a equipe da ConecLar e faça sua simulação de crédito gratuita agora. Em minutos você sabe se a sua renda dá e dá o primeiro passo para sair do aluguel de vez.
Perguntas Frequentes:
A renda mínima para o Raro Capelinha Fase 2 é qual? O empreendimento é enquadrado no MCMV, que atende famílias com renda bruta de até R$ 8.000/mês. A renda mínima depende do seu perfil completo FGTS, score, renda familiar combinada e é calculada na simulação de crédito.
Posso somar a renda com meu cônjuge? Sim. O MCMV permite a composição de renda entre cônjuges e companheiros. Isso aumenta o poder de compra do casal e melhora as chances de aprovação.
Autônomo ou MEI pode financiar pelo MCMV? Sim, desde que consiga comprovar renda. Extratos bancários, declaração de IR ou decore de MEI são formas aceitas de comprovação. A análise é feita caso a caso.
Quanto tempo leva a aprovação do crédito? Após a simulação e entrega da documentação completa, a análise costuma levar de 15 a 30 dias úteis, dependendo do banco e do perfil do comprador.
O Raro Capelinha Fase 2 tem varanda? Sim. Os apartamentos contam com varanda um diferencial raro no MCMV dessa faixa de preço em Osasco. Confira disponibilidade de unidades com a equipe da ConecLar.



