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Mercado

Perdi o Raro Capelinha 1. E agora? Tudo sobre a Fase 2 em Osasco!

Deivid da Silva
Deivid da SilvaCorretor especialista
21 de abr. de 2026
6 min de leitura
Perdi o Raro Capelinha 1. E agora? Tudo sobre a Fase 2 em Osasco!
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O Raro Capelinha Fase 2 é o novo lançamento da construtora Deveck no bairro Jardim Aliança / Piratininga, em Osasco, na Zona Oeste de São Paulo. São apartamentos de 2 dormitórios com varanda, entre 41 m² e 45 m², enquadrados no programa Minha Casa Minha Vida. A grande vantagem é simples: a Fase 1 do mesmo empreendimento saiu por R$ 199 mil e hoje revende por mais de R$ 450 mil. A Fase 2 é a janela aberta para quem quer entrar antes que esse ciclo se repita — e sair do aluguel de vez.

O número que vai te deixar sem fôlego: o que aconteceu com a Fase 1

Não estamos falando de especulação. Estamos falando de história recente, documentada e real.


Quando o Raro Capelinha 1 foi lançado, quem entrou pagou em torno de R$ 199 mil. Hoje, esse mesmo apartamento aparece por mais de R$ 450 mil no mercado de revenda.


Faz a conta:

R$ 450.000 − R$ 199.000 = R$ 251.000 de valorização.

Mais de 126% em poucos anos.


Isso não é sorte — é o efeito combinado de localização estratégica, infraestrutura de condomínio clube e a força do MCMV numa região em expansão acelerada.

E quem ficou de fora?


Quem não comprou e continuou pagando aluguel no mesmo período gastou esse mesmo valor sem receber absolutamente nada em troca. Sem patrimônio. Sem valorização. Zero.


A Fase 2 não tem data de encerramento de tabela, mas a lógica é clara: quanto antes você entra, menor o preço e maior o potencial de ganho. Essa é a segunda chance — e, em geral, não existe terceira.


Por que morar no Jardim Aliança / Piratininga em Osasco?


Osasco não é apenas próxima de São Paulo — ela entrega infraestrutura, emprego e mobilidade de cidade grande, com um custo de vida mais acessível. O Jardim Aliança tem um perfil que poucos bairros dessa faixa de preço conseguem oferecer.


Acesso ao metrô e CPTM. A região tem conexão facilitada à Linha 8-Diamante, o que coloca o centro de São Paulo a poucos minutos para quem trabalha na capital.

Comércio completo no entorno. Supermercados, farmácias, escolas, feiras e postos de saúde a curta distância — tudo o que uma família precisa no dia a dia, sem depender de carro para tudo.

Infraestrutura urbana consolidada. Osasco tem o terceiro maior PIB do estado de São Paulo. Isso significa serviços públicos e privados de qualidade, algo que bairros periféricos ainda não têm.

Valorização imobiliária acelerada. A Zona Oeste de SP e Osasco estão entre as regiões com maior crescimento de preços nos últimos três anos. Comprar aqui hoje é travar um preço que dificilmente vai se repetir.

Qualidade de vida real. Bairro residencial, mais tranquilo, com acesso rápido à Rodovia Castello Branco e às principais vias da região.


O que esperar dos apartamentos da Fase 2

Com base no perfil da Fase 1 e nas informações do empreendimento, a Fase 2 segue o mesmo DNA de qualidade que tornou a Fase 1 um sucesso de vendas e valorização.

2 dormitórios. Perfeito para quem quer sair do aluguel com a família — ou para quem pensa em investir e garantir renda de aluguel no futuro.

Entre 41 m² e 45 m². Planta funcional e bem aproveitada, sem espaço desperdiçado, projetada para o dia a dia de uma família real.

Varanda. Este é um diferencial raro em apartamentos dessa faixa de preço no MCMV. A varanda agrega qualidade de vida no presente e valor de revenda no futuro — e no Raro Capelinha, ela vem inclusa.

Condomínio clube completo. Área de lazer com piscina, salão de festas e espaços de convivência. O tipo de estrutura que você pagaria muito mais caro em outros bairros.


Como funciona o crédito: simples, acessível e com FGTS


O Minha Casa Minha Vida foi reformulado e está mais generoso do que nunca. Se você nunca comprou um imóvel, aqui está o resumo que ninguém explica direito:


1. Entrada facilitada. Diferente do mercado convencional, o MCMV aceita entradas menores. Em muitos casos, é possível dar entrada usando apenas o saldo do FGTS — sem precisar ter dinheiro poupado.

2. Use seu FGTS. Se você é CLT e trabalha há pelo menos 3 anos com carteira assinada, você provavelmente já tem saldo disponível. Esse dinheiro é seu — e pode virar as chaves do seu apartamento.

3. Juros subsidiados pelo governo. No MCMV, os juros do financiamento são menores que no mercado privado, chegando a menos da metade em algumas faixas de renda. Você paga menos por mês pelo mesmo imóvel.

4. Parcela que cabe no bolso. A simulação de crédito mostra exatamente quanto você pagará por mês. Em muitos casos, a parcela fica muito próxima — ou até menor — do que o aluguel que você paga hoje.


Pare de procurar. Comece a simular.


Muita gente passa anos pesquisando imóveis, comparando opções, esperando o momento certo. Enquanto isso, as unidades vão sendo vendidas — e os preços, subindo.

O momento certo é agora. E a ConecLar está aqui para te mostrar, com números reais, se esse apartamento cabe no seu bolso.


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Perguntas Frequentes sobre o Raro Capelinha Fase 2


Qual a renda mínima para comprar na Fase 2? O MCMV atende famílias com renda bruta de até R$ 8.000/mês. Quanto menor a renda, maiores os subsídios do governo. A simulação gratuita da ConecLar identifica sua faixa exata em minutos.


Os apartamentos têm varanda? Sim. A varanda é uma das características do empreendimento — um diferencial raro no MCMV dessa faixa de preço em Osasco. Consulte a disponibilidade de unidades com nossos especialistas.


Posso usar meu FGTS para comprar na Fase 2? Sim, desde que você nunca tenha usado o FGTS para compra de imóvel antes e tenha pelo menos 3 anos de carteira assinada, mesmo que em empregos diferentes. O saldo pode cobrir a entrada, parte do financiamento ou abater parcelas futuras.


Quando as unidades serão entregues? O prazo de entrega é informado pela construtora Deveck no momento da assinatura do contrato. Fale com a ConecLar para obter o cronograma atualizado e garantir sua unidade com as condições de lançamento.


A Fase 1 valorizou mais de R$ 251 mil. Quem vai contar essa história da Fase 2 daqui a alguns anos — é você?